domingo, 28 de dezembro de 2008

Tens uma mão capaz, uma caneta com tinta e uma folha em branco: apenas ferramentas. A alma está na ideia. Sem ela, não farás nada. O papel liso à espera assusta, a caneta torna-se pesada e a mão larga-a. Estás assim inútil, pelo simples facto de não saberes o que escrever. Vês, então, o vazio em que te encontras e perdes-te a tentar perceber se ele é branco ou preto.

1 comentário:

catarina ribães disse...

São muitas as vezes que me sinto inútil.