"Don't believe them for a moment
or a second, do not believe, my friend.
When you are down, they are no coming
With a helping hand.
Be them new Romans,
Don't envy them, my friend.
Be their lives longer.
Their longer lives are spent
Without a love or faithful friend.
Illuminating realization number one:
you are the only light there is
for yourself, my friend.
There'll be no saviors coming down
And anyway illuminations
Never come from the crowned."
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
domingo, 28 de dezembro de 2008
Tens uma mão capaz, uma caneta com tinta e uma folha em branco: apenas ferramentas. A alma está na ideia. Sem ela, não farás nada. O papel liso à espera assusta, a caneta torna-se pesada e a mão larga-a. Estás assim inútil, pelo simples facto de não saberes o que escrever. Vês, então, o vazio em que te encontras e perdes-te a tentar perceber se ele é branco ou preto.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
(...)
Chego às janelas
Dos palácios arruinados
E cismo de dentro para fora
para me consolar do presente.
Dá-me rosas, rosas,
E lírios também...
Mas por mais rosas e lírios que me dês,
Eu nunca acharei que a vida é bastante.
Faltar-me-á sempre qualquer coisa,
Sobrar-me-á sempre de que desejar,
Como um palco deserto.
Por isso, não te importes com o que penso,
E muito embora o que eu te peça
Te pareça que não quer dizer nada,
Minha pobre criança tísica,
Dá-me das tuas rosas e dos teus lírios,
Dá-me rosas, rosas,
E lírios também.
(A.C.)
Chego às janelas
Dos palácios arruinados
E cismo de dentro para fora
para me consolar do presente.
Dá-me rosas, rosas,
E lírios também...
Mas por mais rosas e lírios que me dês,
Eu nunca acharei que a vida é bastante.
Faltar-me-á sempre qualquer coisa,
Sobrar-me-á sempre de que desejar,
Como um palco deserto.
Por isso, não te importes com o que penso,
E muito embora o que eu te peça
Te pareça que não quer dizer nada,
Minha pobre criança tísica,
Dá-me das tuas rosas e dos teus lírios,
Dá-me rosas, rosas,
E lírios também.
(A.C.)
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